Claudia Schmidt, artista digital, frequentou a pintura clássica na adolescência, mas profissionalmente trilhou os caminhos da engenharia eletrônica. Ainda engenheira, frequentou os universos da decoração e do paisagismo, mas foi no projeto TV Digital que se familiarizou com a criação de conteúdos baseados na animação de formas geométricas e na agregação de fotos e cores. Dessa familiaridade nasceu o impulso de se manifestar artisticamente por meio das ferramentas digitais. A divulgação do seu trabalho começou no âmbito da engenharia e na exploração da tecnologia, mas tem extrapolado este ambiente e se espalhado nas redes sociais, especialmente no Instagram.

Pelas mãos da curadora Maria dos Anjos Oliveira, participou em 2018 de exposições em Lisboa, no Porto e Algarve (galerias Galiarte, Porto Art e Rosa Pereira) em Viena (The Vienna Workshop Gallery) e no Espaço Joh Mabe Gallery em São Paulo.

Prepara-se agora para nova jornada em Portugal e no Carrousel do Louvre, em Paris, durante o mês de outubro e São Paulo em novembro.

Sua expressão se dá através de formas geométricas e com uma paleta reduzida de cores saturadas, manipuladas posteriormente conforme o impacto que pretende causar. Por causa dessa ausência de luz e sombra explícitas e lançando mão situações que não representam realisticamente a realidade tangível, abre espaço para a intervenção da imaginação do espectador, que acaba fazendo parte do processo de criação.

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